
O SOL DO AMANHÃ
Trago, nos ombros, todo o pó da estrada...
Só, claudicando vim, com esperanças...
Pelo caminho estive com crianças
e, com elas, sorri, na caminhada...
Tinham, no olhar, o brilho das bonanças...
nos lábios - uma voz iluminada
a prometer-nos Rútila Alvorada,
num breve amanhã sem deseperanças...
Ajudei-as bastante - me pediram...
Parece que gostaram - pois sorriram...
Me deculpem se tarde aqui cheguei...
E agora que cheguei, fico a pensar:
será que um Novo Sol irá brilhar
nas almas das crianças que encontrei?
Anápolis, 19/11/1973
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